Ao adentrar a mata, um novo mundo é avistado, outro, onde o tempo é medido pelos raios solares, banhos lunares e as estações.
Estes elementos unidos, separados, mas sempre sincronizados, permeiam este mundo tanto quanto a alegria de um coração pulsando admiração, realinhando a sinergia local.
A minuciosidade esbanja preciosidade e a ociosidade bem vinda, fica pairada no ar, sentindo este tempo passar e ensinar a sabiência, aquela bem adiante, à frente, diante das adaptações que nos leva a sobreviver na mágica circunferência azul, que acolhe do macro ao micro, habitats.
Estes reportam com perfeição a perfeita e contínua maravilha do acontecer, amanhecer, entardecer, anoitecer, SER.
E agraciada com as novas sensações, felicito em preces, o prazer de desfrutar o tempo sem pressa e sem horas, andando devagar sem destino e sem direção, refletindo sem e com tempo.
E em uma destas oportunidades bem quistas, serelepeando, o serelepe, ops... O esquilo serelepe, aparece em cena interpretando atos de travessuras. Astuto, este matuto habilidoso brinca de viver.
Seguindo seus passos, passinhos rápidos ligeiros, perco-o de vista em uma alta palmeira, espécie Syagrus romanzoffiana.
Bela e majestosa palmeira, carregada de frutos, pencas e mais pencas de coquinhos, sacia os Sciurus ingrami - Esquilos.
Nos ramos da palmeira, a missão dos Serelepes é farta- se com proteínas seguindo um ritual: o peludinho de cauda apóia um dente em um dos três poros que o fruto possui, fazendo uma incisão triangular para devorar sua refeição.
Quando encarregado da busca alimentar, faz a feira, não importa o dia da semana. Dia? Semana? Este tempo só nós classificamos e fracionamos.
Carregando o mantimento até o seu ninho, provisiona previsões, garantindo a despensa cheia para tempos de míngua, mirrados.
Outras vezes serelepeando os seus achados, enterra os frutinhos em algum canto, esquecendo-os, inconscientemente ou conscientemente sendo um semeador.
E ai do inseto atrevido que pousar nestes frutinhos! São instantaneamente depredados, exterminados.
Os serelepes, roedores conhecidos como caxinguelê, faz com que fiquemos parados no tempo a espreitar.
Estes elementos unidos, separados, mas sempre sincronizados, permeiam este mundo tanto quanto a alegria de um coração pulsando admiração, realinhando a sinergia local.
A minuciosidade esbanja preciosidade e a ociosidade bem vinda, fica pairada no ar, sentindo este tempo passar e ensinar a sabiência, aquela bem adiante, à frente, diante das adaptações que nos leva a sobreviver na mágica circunferência azul, que acolhe do macro ao micro, habitats.
Estes reportam com perfeição a perfeita e contínua maravilha do acontecer, amanhecer, entardecer, anoitecer, SER.
E agraciada com as novas sensações, felicito em preces, o prazer de desfrutar o tempo sem pressa e sem horas, andando devagar sem destino e sem direção, refletindo sem e com tempo.
E em uma destas oportunidades bem quistas, serelepeando, o serelepe, ops... O esquilo serelepe, aparece em cena interpretando atos de travessuras. Astuto, este matuto habilidoso brinca de viver.
Seguindo seus passos, passinhos rápidos ligeiros, perco-o de vista em uma alta palmeira, espécie Syagrus romanzoffiana.
Bela e majestosa palmeira, carregada de frutos, pencas e mais pencas de coquinhos, sacia os Sciurus ingrami - Esquilos.
Nos ramos da palmeira, a missão dos Serelepes é farta- se com proteínas seguindo um ritual: o peludinho de cauda apóia um dente em um dos três poros que o fruto possui, fazendo uma incisão triangular para devorar sua refeição.
Quando encarregado da busca alimentar, faz a feira, não importa o dia da semana. Dia? Semana? Este tempo só nós classificamos e fracionamos.
Carregando o mantimento até o seu ninho, provisiona previsões, garantindo a despensa cheia para tempos de míngua, mirrados.
Outras vezes serelepeando os seus achados, enterra os frutinhos em algum canto, esquecendo-os, inconscientemente ou conscientemente sendo um semeador.
E ai do inseto atrevido que pousar nestes frutinhos! São instantaneamente depredados, exterminados.
Os serelepes, roedores conhecidos como caxinguelê, faz com que fiquemos parados no tempo a espreitar.

"...Eu tô retado cum você
Tá vendo tudo
E fica aí parado
Cum cara de veado
Que viu caxinguelê ..."
Raul Seixas.